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Data de publicação do verbete: 26/12/2025

Wil Cor

Wil Cor

Artista afroindígena.

Pesquisa, entrevista e texto: Maria Beatriz Paulino

Atividade artístico-cultural: cantor e compositor 

Instagram: @wilcoreeletrocores

Youtube: Wil Cor & Eletrocores

Após ter vitória em terceiro lugar no III Festival de Música da Paraíba, em 2020, com a música “A Cor de Sivuca”, Wil Cor foi apresentado ao público paraibano. A apresentação foi veiculado em programações das rádios locais de João Pessoa. 

Desde pequeno tem envolvimento com a música, ligado ao canto, principalmente, na vida religiosa. Já adulto, depois dos primeiros acordes do violão, montou uma banda de pop rock, com apresentação do seu trabalho autoral. 

Fez parte de um circuito universitário, em Juazeiro do Norte, onde fez várias apresentações solo. Ainda no circuito, desenvolveu uma proposta de música negra, no sertão de Minas Gerais.

É radicado em João Pessoa, cidade onde desenvolveu a sua pesquisa sobre o pensamento indígena das Américas, no mestrado e doutorado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Lançou o álbum acústico ao vivo em estúdio, “Baladas negras de amor e insistência”, e pode ser encontrado nas plataformas de streaming e nas rádios Tabajara e Cabo Branco FM. 

O percurso que Wil Cor segue com o seu projeto elétrico, com banda, é:

2023: Wil Cor & Eletrocores participou de eventos e festivais como Palco Tabajara, Festival Alumiô, Música Preta Salva, Festival Funesc, Natal da Usina Energisa, e também lançou o EP “Estilhaço”, com canções que vinha executando nos shows. 

2024: Trabalharam no projeto do vinil “Valeu-me Nossa Senhora Cátia de França e Meu Guerreiro Chico César”, junto com o produtor Chico Correa (ex Baiana System, ex Cabruêra, atual guitarrista e produtor de Seu Pereira e coletivo 401, que também produziu o álbum de Cátia de França indicado ao Grammy). Seus singles foram lançados em Barra de Mamanguape, Palco Tabajara. O vinil/EP foi lançado na Música Urbana; Festival Música Preta Salva; Festival Dosol em Natal – RN. 

2025: Festa Nordeste em Transe; Festival Bem Brasil, em São Paulo; Dia da África, em Mossoró – RN; Festival Brisa Alternativa; Osório Rock Fest; Rock na Usina; Turnê Cabruêra; Música Urbana; e Festival Multiplicidade, em Pombal-PB.

Para 2026, Wil Cor & Eletrocores preparam o álbum com canções que tratam as temáticas afro indígenas, como “Rio Tinto” e “Ninguém vai me salvar”. O álbum fica com o pé nos circuitos de bandas, e define uma sonoridade rock-groove que foram adquirindo desde a formação. 

Fontes:

Entrevista com o Wil Cor concedida a Maria Beatriz Paulino em dezembro de 2025

Instagram – @wilcoreeletrocores

 

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