Pesquisa e texto: Ana Vitória Medeiros
Ano de criação: 2016
Unidade Proponente: CCSA – DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS / UFPB
Fonte de Financiamento: Financiamento interno (EDITAL PROEX 13/2024 – PROBEX 2024/2025)
Coordenador (a): Mariana Pimenta Oliveira Baccarini
Coordenador (a) Adjunto (a): Juliana Fernandes Moreira
Instagram: @internasonamente
E-mail: internasonamente@gmail.com
O Grupo de Teatro Político Interna-Só-na-Mente é um projeto que utiliza o Teatro do Oprimido e as artes cênicas como ferramentas de debate e conscientização sobre questões sociais sensíveis, promovendo diálogos entre a academia e a sociedade a partir de uma perspectiva crítica e política. Desde sua criação em 2016, o grupo já abordou temas como Depressão, Intolerância Religiosa, Violência contra a Mulher e Fome, realizando apresentações teatrais que estimulam a reflexão coletiva. Agora, o projeto direciona seu foco para a temática de Gênero, com o objetivo de ampliar as discussões sobre a realidade social brasileira e fortalecer a interação entre o público e a universidade.
O principal objetivo do projeto é fomentar, por meio de esquetes teatrais, debates que promovam a reflexão e a conscientização sobre questões sociais, com enfoque inicial na temática de gênero. Além disso, busca-se promover o estudo e a prática do Teatro do Oprimido, desenvolver habilidades artísticas e críticas no grupo, ampliar o alcance das ações através de parcerias, e utilizar mídias sociais para disseminar conteúdos educativos e artísticos relacionados às temáticas trabalhadas. Dessa forma, o projeto visa provocar o público a refletir sobre a realidade brasileira e fortalecer sua capacidade de pensamento crítico.
A metodologia é dividida em etapas que incluem planejamento, capacitação, estudos teóricos, produção artística e realização de apresentações. Inicialmente, são organizados o cronograma, a abertura de editais para novos integrantes e as capacitações teatrais. Na sequência, o grupo realiza leituras teóricas e participa de palestras com especialistas sobre a temática escolhida. A terceira etapa envolve a busca por parcerias com instituições e a organização de editais para ampliar o alcance das apresentações. Após o estudo teórico, os esquetes são escritos, revisados e apresentados internamente, permitindo ajustes antes das apresentações externas. As apresentações públicas são seguidas de debates conduzidos pela equipe, promovendo a troca de ideias entre o público e os integrantes do grupo. Ao longo de todo o processo, são buscadas formas de viabilizar o projeto, como arrecadação de fundos para figurinos e cenários.
Os resultados esperados incluem impactos institucionais, sociais e acadêmicos. No âmbito universitário, o projeto pretende fortalecer os vínculos entre docentes e discentes, ampliar a interdisciplinaridade e integrar alunos de diferentes cursos. Em termos sociais, espera-se levar os debates sobre gênero a públicos diversos, como estudantes do ensino médio, profissionais de instituições públicas e comunidades acadêmicas, criando espaços de diálogo e conscientização fora da universidade. No campo acadêmico, o projeto visa estimular a leitura crítica, desenvolver a expressão artística e intelectual dos alunos e produzir materiais científicos baseados nas experiências do grupo.
Fonte:
www.sigaa.ufpb.br