Pesquisa e texto: Jonas do Nascimento dos Santos
Naturalidade: Sousa – PB
Nascimento: 29 de junho
Atividade Ofício Profissional: Repórter cinematográfico, Documentarista e Cronista
Reconhecimento: Eleito membro da Academia Sousense de Letras, em 5 de maio de 2025
Facebook: Beto Silva
Instagram: @betosilvatv
Linkedin: Beto Silva
YouTube: Beto Silva TV
José Gualberto da Silva Neto, conhecido profissionalmente como Beto Silva, nasceu em Sousa no sertão da Paraíba. Cresceu num ambiente de comunidades sertanejas, com forte conexão com a cultura regional. Formou-se em jornalismo e iniciou carreira local em veículos de comunicação da Paraíba. Logo se destacou pela habilidade em múltiplas funções: reportagem, imagem e edição. Em meados dos anos 2000, começou como correspondente de TV para o interior. Até 2017, era o principal cinegrafista/repórter da sucursal de Sousa, única mantida pela Rede Paraíba. Esse sistema exigia dele produção completa: pauta, reportagem, imagem, edição e envio remoto.
Produziu reportagens cinematográficas com foco em memória audiovisual local. Lançou projetos como a série “Ciganos” e o documentário “O Antônio que foi Mariz”. Atuou também como cronista, escrevendo sobre pessoas e tradições do Alto Sertão. Seu trabalho ultrapassa o jornalismo factual, incorporando dimensão literária e cultural. Trabalha em projetos que resgatam histórias invisibilizadas do interior paraibano. Em 5 de maio de 2025, foi acolhido na Academia Sousense de Letras como “imortal”. A cerimônia foi presidida por Sérgio Silveira, presidente da ASL. Seu reconhecimento reforça a importância do audiovisual e da crônica regional.
Em sua fala, destacou a relevância da Academia como guardiã da cultura local. Também foi homenageado Jackson Queiroga, por sua produção literária e radial. Participou do programa “Olho Vivo” em 9 de maio, comentando o título recebido. Com a chegada de Beto Silva, a Academia reforça seu compromisso com o audiovisual. Ele é considerado um dos principais nomes na preservação da memória sertaneja. Seu trabalho é considerado uma ponte entre oralidade, imagem e escrita. A trajetória dele inspira novas gerações de comunicadores do interior. Atualmente, suas reportagens e crônicas circulam em sites, redes sociais e canais de TV local. Busca parceria com editoras e instituições culturais para veicular seu livro. Continua atuando em campo, cobrindo pautas sociais, culturais e humanas. A carreira de Beto Silva evidencia que o jornalismo pode ser instrumento de fortalecimento comunitário e memória histórica.
Fontes: