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Data de publicação do verbete: 22/02/2026

Carol Rangel

Carol Rangel

Escritora e pesquisadora cultural.

Pesquisa e texto: Jonas do Nascimento dos Santos

Naturalidade: João Pessoa-PB

Nascimento: 3 de junho de 1986

Atividade artístico-cultural: Escritora e Pesquisadora Cultural

Área de Atuação: Literatura Brasileira, História Cultural e Memória e Identidade Regional

Titulação Institucional: Membro da Academia Brasileira de História e Literatura

Cadeira Ocupada: Cadeira Nº 48 que homenageia José Lins do Rego

Ano de Ingresso na ABHL: 2026

Linhas Temáticas de Produção: Literatura contemporânea, História e memória nordestina, Patrimônio cultural brasileiro e  Identidade regional

Atuação Complementar: Participação em eventos literários e acadêmicos, Produção e divulgação cultural e Presença ativa nas redes sociais

Formação Acadêmica: Bacharel em Direito e Jornalismo pela UFPB; Mestre em Relações Internacionais pela UEPB; Doutora em Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa

Publicações: Amar com Liberdade (2025) — Volume I da trilogia As Damas do Café. Romance histórico ambientado no Brasil do Segundo Reinado, abordando temas como sociedade oitocentista, escravidão e transformações políticas e culturais.

Obra Acadêmica: Diplomacia Midiática no Governo Lula (2003–2010) — publicado pela Editora Appris (ano de publicação conforme edição). Obra resultante de pesquisa acadêmica sobre comunicação internacional e política externa brasileira; artigos e capítulos acadêmicos nas áreas de Relações Internacionais, Direito e História Cultural (publicados ao longo da trajetória acadêmica).

Instagram: @carolrangelescritora

Facebook: Carol Rangel

Carol Rangel construiu sua trajetória intelectual a partir do encontro entre sensibilidade literária e rigor acadêmico. Natural de João Pessoa, na Paraíba, cresceu em um ambiente marcado pela valorização da leitura e do debate cultural. Desde cedo demonstrou interesse pelas palavras, pelas histórias e pela memória coletiva. A literatura surgiu primeiro como refúgio e, depois, como vocação. Ao longo da juventude, participou de projetos escolares e iniciativas culturais voltadas à escrita. O hábito da leitura constante ampliou seu repertório e consolidou o desejo de atuar no campo intelectual. Sua formação acadêmica começou com a graduação em Direito na Universidade Federal da Paraíba. O estudo das leis despertou nela uma percepção crítica sobre sociedade e justiça. Paralelamente, decidiu cursar Jornalismo, também na UFPB. A comunicação tornou-se, então, outro eixo estruturante de sua identidade profissional. A combinação entre Direito e Jornalismo fortaleceu sua visão interdisciplinar. Interessou-se especialmente pelas relações entre política, narrativa e construção histórica. Essa inquietação a levou a aprofundar os estudos em Relações Internacionais.

Ingressou no mestrado na Universidade Estadual da Paraíba. Durante essa etapa, dedicou-se à análise de política externa e diplomacia. Seu olhar já demonstrava a capacidade de unir pesquisa técnica e reflexão humanística. Posteriormente, ampliou horizontes ao realizar doutorado em Relações Internacionais na Universidade Nova de Lisboa. A experiência internacional agregou perspectiva comparada à sua formação. Também reforçou sua compreensão sobre identidade cultural em contextos globais. Ao longo da vida acadêmica, publicou artigos e capítulos científicos. Essas produções consolidaram seu nome no campo das Relações Internacionais. Entre suas obras acadêmicas, destaca-se o livro “Diplomacia Midiática no Governo Lula (2003–2010)”. O trabalho resultou de pesquisa aprofundada sobre comunicação e política externa. A escrita acadêmica revelou disciplina e precisão analítica. Contudo, a literatura ficcional permanecia como um chamado constante. Carol passou a desenvolver projetos narrativos paralelamente à carreira universitária. Seu interesse voltou-se especialmente para o romance histórico. A escolha do gênero refletia sua afinidade com memória e contexto social. Assim nasceu a trilogia “As Damas do Café”.

O primeiro volume, “Amar com Liberdade”, foi publicado em 2025. A obra ambienta-se no Brasil do Segundo Reinado. A narrativa aborda temas como escravidão, costumes sociais e transformações culturais. O romance demonstra pesquisa histórica consistente. Ao mesmo tempo, valoriza a dimensão humana das personagens. Carol equilibra linguagem acessível e densidade temática. Seu texto dialoga com a tradição do romance histórico brasileiro. A recepção da obra consolidou seu nome também no campo literário. Ela passou a participar de eventos e debates sobre literatura. Sua atuação ampliou-se em feiras e encontros culturais. Carol defende a valorização da produção nordestina. Acredita que a literatura é ferramenta de transformação social. Também vê na escrita um instrumento de preservação da memória. Sua inserção institucional ganhou novo marco em 2026. Nesse ano, foi empossada na Academia Brasileira de História e Literatura. Assumiu a cadeira que homenageia José Lins do Rego.

A escolha simbolizou reconhecimento nacional de sua contribuição intelectual. A posse representou continuidade de uma tradição literária paraibana. Carol assumiu o compromisso de honrar o legado histórico da cadeira. Seu discurso destacou a importância da memória cultural. Ela enfatizou o papel das mulheres na construção da literatura. Ao longo da carreira, mantém diálogo constante com leitores. Utiliza redes sociais como espaço de reflexão e proximidade. Compartilha processos criativos e referências de leitura. Incentiva jovens escritores a persistirem na escrita. Também defende políticas públicas para cultura e educação. Sua trajetória é marcada pela convergência entre pesquisa e ficção. Cada etapa acadêmica fortaleceu sua produção literária. Cada romance incorpora densidade histórica e reflexão social. Carol construiu reputação de pesquisadora comprometida. Simultaneamente, consolidou-se como autora de romances históricos. Sua escrita revela sensibilidade para personagens femininas.

Destaca conflitos sociais e dilemas éticos. Valoriza a ambientação como elemento narrativo central. A Paraíba permanece como referência simbólica em sua produção. Mesmo quando aborda cenários mais amplos, preserva o olhar regional. Sua obra demonstra consciência histórica. Também revela atenção aos detalhes da vida cotidiana. A crítica reconhece consistência temática em seus livros. Leitores destacam a fluidez da narrativa. Carol entende a literatura como ponte entre passado e presente. Sua formação jurídica contribui para análise estrutural dos conflitos. O jornalismo influencia o ritmo e a clareza da escrita. As Relações Internacionais ampliam a visão de mundo presente na narrativa. Essa combinação torna sua trajetória singular. Ela representa uma geração de escritoras nordestinas em ascensão. Seu percurso mostra disciplina e dedicação contínua. Também evidencia coragem para transitar entre áreas distintas. A atuação acadêmica não limitou sua criatividade literária. Ao contrário, ampliou seu repertório. Carol acredita na pesquisa como base da ficção histórica.

Dedica tempo à leitura de fontes e documentos. Valoriza a construção detalhada do contexto. Seus romances refletem responsabilidade com o passado retratado. Ao mesmo tempo, preservam liberdade criativa. A autora mantém projetos futuros em desenvolvimento. A trilogia “As Damas do Café” terá continuidade. Novas narrativas estão em fase de planejamento. Seu compromisso com a literatura permanece ativo. Carol também participa de iniciativas culturais na Paraíba. Colabora com debates sobre história e identidade. Seu nome figura entre intelectuais que promovem diálogo interdisciplinar. A trajetória de Carol Rangel é marcada por coerência. Coerência entre formação acadêmica e produção artística. Coerência entre pesquisa histórica e criação literária. Coerência entre identidade regional e projeção nacional. Sua caminhada evidencia maturidade intelectual. Também revela sensibilidade humana e compromisso cultural.

Ao assumir espaços institucionais, amplia a representatividade feminina. Ao publicar romances, amplia horizontes de leitores. Sua história profissional continua em construção. Cada nova obra acrescenta capítulo à sua trajetória. Cada reconhecimento confirma a relevância de seu trabalho. Carol Rangel consolida-se como voz expressiva da literatura paraibana contemporânea.

Fontes:

https://www.clickpb.com.br/educacao/carol-rangel-academia-brasileira.html

https://momentopb.com.br/noticia/carol-rangel-burity-assume-a-cadeira-de-jose-lins-do-rego-na-abhl.html

https://opipoco.com.br/2026/02/escritora-paraibana-carol-rangel-ingressa-na-academia-brasileira-de-historia-e-literatura/

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