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Data de publicação do verbete: 04/07/2025

Grupo terapêutico online para mulheres autistas adultas integrantes do Coletivo Autista da UFPB

Grupo terapêutico online para mulheres autistas adultas integrantes do Coletivo Autista da UFPB

Projeto UFPB.

Pesquisa e texto: Ana Vitória Medeiros

Coordenador: Caroline de Oliveira Martins

O evento “Grupo Terapêutico Online para Mulheres Autistas Adultas Integrantes do Coletivo Autista da UFPB (CAU)” é uma ação de extensão que busca oferecer suporte psicológico em grupo para mulheres autistas adultas vinculadas ao CAU. A iniciativa será conduzida voluntariamente pela psicóloga Marcele Bressane, com encontros mensais em formato online, com foco no bem-estar emocional, na troca de experiências e no fortalecimento da identidade autista.

O principal objetivo da atividade é criar um espaço terapêutico seguro e acolhedor, que favoreça a escuta qualificada, a construção de vínculos entre mulheres neurodivergentes e o debate sobre temas como identidade, relações sociais e saúde mental. Pretende-se, com isso, reduzir o isolamento, ampliar o senso de pertencimento e promover a psicoeducação sobre o autismo em mulheres adultas.

A metodologia envolve encontros online ao vivo, realizados por meio da plataforma Google Meet®, com duração entre 1h30 e 2h, uma vez por mês. O grupo será fechado, com limite de cinco participantes do CAU (entre um total de seis a dez pessoas), para garantir um espaço de escuta sensível e individualizada. A condução terapêutica será fundamentada na psicologia analista do comportamento, na escuta ativa e na abordagem psicoeducativa. Os encontros seguirão uma proposta temática mensal, mas com flexibilidade para se adaptar às demandas do grupo.

A programação está dividida da seguinte forma: em julho, haverá uma apresentação com acolhimento e definição de combinados; em agosto, o tema será identidade autista e diagnóstico tardio; em setembro, o foco será nas relações sociais, amizade e camuflagem; em outubro, serão discutidos saúde mental e sobrecarga emocional; em novembro, o grupo abordará autocuidado, sensorialidade e rotina; e, por fim, em dezembro, ocorrerá o encerramento e a avaliação do processo.

Espera-se que o grupo terapêutico se consolide como um espaço contínuo de acolhimento, troca e fortalecimento emocional, contribuindo com práticas inclusivas dentro do ambiente universitário e oferecendo suporte significativo à vivência de mulheres autistas adultas.

Fonte:

www.sigaa.ufpb.br

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