Pesquisa e texto: Maria Beatriz Paulino
Naturalidade: Recife-PE // Radicado na Paraíba
Nascimento: 1886 // Falecimento: 1971
Atividade exercício-profissional: Jornalista
O jornalista Mardokeo Nacre nasceu em Recife, em 1886, e morreu em João Pessoa, em 1971. Iniciou a sua carreira como redator no jornal A União, onde trabalhou por anos. Também colaborou com a revista Era Nova, que reunia os maiores intelectuais e escritores da Paraíba, na década de 20. A revista era editada na gráfica do jornal A União. Além disso, Mardokeo também foi sócio fundador da Associação Paraibana de Imprensa.
Na formação da revista Era Nova, a publicação comemorativa do Centenário da Independência do Brasil contava com a formação de Severino Lucena (diretor), Synezio Guimarães Sobrinho (redator-chefe), Epitacio Vidal (secretário), Vieira de Alencar (redação), Edgar Dantas (direção comercial) e Mardokeo Nacre (diretor técnico).
O jornalista tinha relação com ás problemáticas das classes operárias e, por isso, fez parte de três jornais voltados aos operários: O Gutemberg, O Operário e O Nordeste Operário.
Os nomes que assinavam o corpo colaboracional da revista apresentavam a presença frequente de alguns pseudônimos. Mardokeu Nacre escrevia sob o pseudônimo Ercan. O jornalista assinava quinzenalmente Trovas da Roça, que tinha uma narrativa pelos poemas, com linguagem pueril de um caipira, fazendo uso do dialeto regional.
Fontes:
https://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/paraiba/markodeu_nacre.html