Pesquisa e texto: Maria Beatriz Paulino
Gênero: Documentário biográfico e social //
Curta-metragem (20 minutos)
Ano de produção: 2011
Cidade/Estado: João Pessoa-PB
Cromia: Colorido
Direção: Bertrand Lira
Produção Executiva: Heleno Bernardo
Fotografia: Leandro Cunha
Som e Edição: Daslei Ribeiro
Finalização: Ely Marques
Desenho de Som: Débora Oposlki
Animação da Abertura: Diego Brandão
Still: Thomaz Rodrigues
Sinopse:
O documentário retrata a história da transexual paraibana, Márcia Gadelha. A partir do ponto de vista da personagem, em primeira pessoa, Márcia pontua sua história com anotações de momentos importantes: a infância, a adolescência e a fase adulta. Ela faz comentários tentando entender a rejeição familiar, dos seus avós, pais e irmão, com a violência física e psicológica. Quando ainda era um garoto, chamado de Marquinhos, se trancava em seu mundo por ser ‘diferente’, e era levado a assumir uma postura ‘masculina’. Na adolescência, essa diferença foi diagnosticada como um problema psíquico, onde o psiquiatra recomenda realizar esportes masculinos, como judô e natação, além de fazer terapia de cura para o desvio. Já na fase adulta, Márcia procura ajuda no espiritismo, depois na umbanda e posteriormente o candomblé, onde encontra apoio e não deixa totalmente o espiritismo.
A obra teve apoio da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), através do Núcleo de Produção Digital (PND) do Governo Federal, com fomentos distribuídos para efetivação do “Programa Brasil sem Homofobia”.
Fontes:
https://filmow.com/o-diario-de-marcia-t43981/
https://filmesagranel.blogspot.com/2011/04/o-diario-de-marcia-revela-subjetividade.html