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Data de publicação do verbete: 07/12/2025

Quelyno Souza

Quelyno Souza

Poeta e cordelista.

Pesquisa e texto: Maria Beatriz Paulino

Naturalidade: Guarabira-PB

Nascimento: 03 de junho de 1966

Atividade artístico-cultural: Poeta e cordelista

Contatos:

E-mail: quelynosouza10@gmail.com

Celular: 83 986689204

Facebook: Quelyno Souza

Instagram: @quelynosouza

Jacquelino Souza do Nascimento, mais conhecido como Quelyno Souza, é filho de João Bezerra do Nascimento e Maria de Souza do Nascimento, ambos falecidos.

Durante a gestação, pelo formato da barriga, as amigas de sua mãe diziam que ela estava grávida de uma menina. Ela já havia escolhido o nome: Jaqueline. Quando nasceu, o seu pai foi até o cartório para fazer o registro, e sem consultar Maria de Souza, apenas trocou a letra “e” pela letra “o”, resultando no nome Jacquelino.

Era chamado pelo pai e pela avó paterna de Kelo. A sua mãe e os seus familiares o chamam de Quelino. O seu primeiro livrinho, Vida Nova, publicado em 1986, foi assinado como Kelyno.

O poeta saiu de Guarabira aos quatro anos de idade para morar em João Pessoa. Também viveu em Santa Inês, no Maranhão, antes de retornar à Paraíba. “Considero-me pessoense de coração”, disse Quelyno Souza.

Na infância, brincava de carrinho, pipa, peão e futebol. Começou a escrever na escola, mais ou menos na 6ª série, depois que a professora de Português trabalhou com os alunos a canção “Romaria”, de Renato Teixeira. Tem formação no curso técnico de Radialista pelo Instituto Federal da Paraíba – IFPB.

O poeta têm três livros de poemas publicados:

O meu amor é cego (2013); Meio a meio (2017);

Poemas é tudo que tenho para hoje (2025)

Além disso, também publicou 14 folhetos de cordel sobre temas variados.

Escreveu os cordéis: Vida nova/1986, Criaturas/1990, Radialistas em Campo/2001, Terra Paraíba/2011, Botafogo – Uma história em jogo/2011, A peleja do solteiro contra o casado/2011, 4 Cantadores/2017, Pré-carnaval na capital/2017, O Bêbado/2020, O Corno/2020, O Caipira/2020, Poluição sonora, ouvido chora/2023.

Para o futuro, deseja apresentar o recital “Um cordel bem nordestino” em diversas cidades.

Quelyno realizou duas mostras de Parede Poética: Sensibilidade (2001), no Shopping Sebrae; Quiçá – O amor e suas diversas faces (2008), na Biblioteca Central da Paraíba.

Em 2019, criou o “Sarau Poético Poesia Solta”, que existe até hoje. Também apresenta o recital “Um cordel bem nordestino”, com duração de 60 minutos. Em 2025, apresentou o recital no Projeto Usina Viva e no Agosto das Letras, na cidade de Monteiro. Um poema de sua autoria já foi questão de um concurso público em Santa Catarina. A Biblioteca da Escola Técnica de Mangabeira recebeu o nome Poeta Quelyno Souza, escolha feita pelos alunos sem que o poeta soubesse.

Conquistou prêmios como:

3º Lugar – Concurso de Letras de Músicas, com o poema Falando de Economia. 1º Lugar – Prêmio Pedra do Reino, categoria Poesia (2001), com o poema Fêmea.

Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – Edição Patativa do Assaré (Ministério da Cultura, 2010).

  1. Prêmio Maria Pimentel – Secretaria de Cultura da Paraíba (2020). Prêmio Patrimônio Vivo – Secretaria de Cultura da Paraíba (2025).

Uma de suas obras é conhecida por “O meu amor é cego”:

O Meu Amor é Cego

Nós vivemos amarrados

Eu e ela como um nó cego

Um pelo amor do outro se mata No estado do nego

Proponho uma garrafa na mesa Em sinal do nosso grande amor Um vinho branco ou tinto

Ela me vem com uma xícara de café Mesmo assim declaro tudo que sinto No seus braços me entrego

A cada instante que junto ficamos Por isso digo e não nego “Acredite se quiser”

O meu amor é cego.

Fontes:

https://www.recantodasletras.com.br/biografias/8437489

https://memoriasdapoesiapo pular.com.br/2025/02/14/poeta-quelyno-souza-sintese-biografica/

 

 

 

 

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